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O mel de rosmaninho da Beira Baixa nasce nas paisagens silvestres de Idanha-a-Nova, coração do Geopark Naturtejo. Colhido nas flores de rosmaninho que cobrem os terrenos calcários da região, este mel cru é centrifugado e filtrado à mão por Bruno Anselmo, apicultor local que acompanha as suas colmeias ao longo de todo o ano. Puro, aromático e rastreável do favo ao frasco.
Mel Silvestre de Rosmaninho da Beira Baixa
Este mel provém das paisagens preservadas da Beira Baixa, onde as abelhas recolhem o néctar das flores de rosmaninho que crescem naturalmente nos solos calcários da região. Bruno Anselmo, apicultor de Idanha-a-Nova, acompanha as colmeias ao longo de todo o ano e garante um processo artesanal que preserva as propriedades naturais deste mel cru.
Centrifugado e filtrado de forma tradicional, sem aquecimento nem processos industriais, o mel mantém a textura e o sabor característicos do rosmaninho silvestre. Cada frasco de 1 kg representa a pureza de uma região isenta de poluição industrial, no primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO.
Do Geopark Naturtejo ao Frasco
Idanha-a-Nova situa-se no coração do Geopark Naturtejo, uma região de solos calcários e vales protegidos onde a biodiversidade floresce longe da agricultura intensiva. É neste território que o rosmaninho cresce em estado silvestre, cobrindo encostas inteiras entre a primavera e o verão. As abelhas de Bruno Anselmo percorrem estas paisagens sem intervenção química, o que se reflete na pureza e na complexidade aromática do mel final.
Textura e Conservação
Por ser um mel cru e pouco processado, é natural que cristalize com o tempo, um sinal de pureza e não de perda de qualidade. Basta um banho-maria em lume brando para devolver a textura líquida, sem comprometer o sabor nem o aroma.
Usos e Sugestões
Um mel versátil para o dia a dia: adoça o chá ou o café da manhã, acompanha queijos regionais e frutos secos, barra-se em pão de trigo ou entra em receitas de sobremesas tradicionais da Beira Baixa. Pelo aroma intenso e pela origem certa, é também um presente com significado para quem valoriza produtos genuínos e de origem rastreável.
Características Principais
O mel de rosmaninho da Beira Baixa nasce nos campos silvestres de Idanha-a-Nova, no coração do Geopark Naturtejo. Produzido por Bruno Anselmo, este mel cru e não pasteurizado preserva o sabor herbáceo intenso das flores de rosmaninho que crescem nos solos calcários da região. Um frasco pequeno para descobrir a essência da Beira Baixa.
Mel Silvestre de Rosmaninho da Beira Baixa
Este mel cru provém dos campos silvestres da Beira Baixa, onde as abelhas recolhem o néctar das flores aromáticas do rosmaninho que cresce naturalmente nos solos calcários da região. Bruno Anselmo, apicultor de Idanha-a-Nova, preserva métodos tradicionais para garantir um mel puro e não pasteurizado, sem intervenção química nas colmeias ao longo de todo o ano.
Centrifugado e filtrado com cuidado, sem aquecimento nem processos industriais, o mel mantém a cor âmbar clara e o aroma herbáceo característico do rosmaninho silvestre. Cada frasco de 250g concentra o sabor intenso desta flor que cobre encostas inteiras da Beira Baixa entre a primavera e o verão.
Do Geopark Naturtejo ao Frasco
Idanha-a-Nova situa-se no coração do Geopark Naturtejo, uma região de solos calcários e vales protegidos onde a biodiversidade floresce longe da agricultura intensiva. É neste território, o primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO, que o rosmaninho cresce em estado silvestre, longe da poluição industrial e das grandes explorações agrícolas.
Textura e Conservação
Por ser um mel cru e pouco processado, é natural que cristalize com o tempo, um sinal de pureza e não de perda de qualidade. Basta um banho-maria em lume brando para devolver a textura líquida, sem comprometer o sabor nem o aroma.
Usos e Sugestões
Um formato pequeno e versátil: adoça o chá ou o café da manhã, acompanha queijos regionais e frutos secos, barra-se em pão de trigo ou entra em receitas de sobremesas tradicionais da Beira Baixa. Pelo tamanho compacto, é também ideal para oferecer, para levar em viagem ou para experimentar sem compromisso antes de optar pelo frasco de 1 kg.
Características Principais
A Geleia de Marmelo Biológica da Geocakes é produzida artesanalmente com marmelos do nosso pomar em Idanha-a-Nova, na Beira Baixa, região do Geoparque Naturtejo. Combina marmelo, açúcar, canela e limão numa receita tradicional portuguesa, sem glúten e adequada a veganos.
Sabor Autêntico da Beira Baixa
Esta geleia de marmelo biológica nasce dos pomares da Senhora da Graça, em Idanha-a-Nova, onde a Geocakes valoriza os frutos endógenos da região. Com dupla certificação biológica, na produção e na transformação, cada frasco encerra o saber fazer tradicional da Beira Baixa.
A receita artesanal combina marmelo, açúcar, canela e limão, criando uma textura translúcida e um sabor equilibrado que honra a tradição doceira portuguesa. Sem adição de conservantes, corantes ou aromatizantes artificiais.
Características Principais
Ideal Para
O Doce Extra Biológico de Abóbora da Geocakes resulta da transformação artesanal de abóboras cultivadas na horta da quinta, em Idanha-a-Nova. Combina a doçura natural da abóbora com laranja integral e canela, numa receita que preserva os sabores autênticos da Beira Baixa, com produção em modo biológico e selo GeoFood.
Doce Artesanal da Beira Baixa
Este doce extra de abóbora representa a essência da tradição doceira da região de Idanha-a-Nova, no coração do Geopark Naturtejo. A confeção lenta concentra o sabor e a textura cremosa da fruta, resultando num doce com sabor intenso e autêntico.
A receita combina abóboras da horta própria com laranja integral e canela, ingredientes provenientes de agricultura biológica. O resultado é um doce natural, sem OGM, lactose ou glúten adicionado, que preserva o saber fazer tradicional da Beira Baixa.
Características Principais
Ideal Para
O Doce Extra Biológico de Figo Fresco da Geocakes é elaborado artesanalmente com figos Pingo de Mel cultivados no pomar da Beira Baixa. Este doce integral preserva a casca do fruto, concentrando sabores autênticos numa receita biológica, zero desperdício, vegana e naturalmente livre de glúten e lactose.
Autenticidade da Beira Baixa em Cada Colherada
Produzido artesanalmente em Idanha-a-Nova, este doce extra biológico resulta da transformação cuidadosa de figos Pingo de Mel do pomar próprio da Geocakes. A receita integral aproveita o fruto completo, incluindo a casca, maximizando o sabor característico e as propriedades nutritivas naturais.
Com elevada concentração de fruta, esta compota biológica representa a essência gastronómica do Geopark Naturtejo, combinando tradição artesanal com certificação biológica dupla, na produção e na transformação.
Características Principais
Ideal Para
Doce de Figo Artesanal da Beira Baixa
Esta compota biológica de figo traduz o saber fazer tradicional da Beira Baixa, preparada pela Chef Raquel e pelo Chef Mário Rui Ramos, com mais de 40 anos de experiência gastronómica dedicados à cozinha regional. Cada frasco reflecte um circuito curto: os figos são colhidos no pomar próprio da Geocakes e transformados junto ao território onde nasceram, sem intermediários.
A receita combina figo integral biológico, limão integral e um toque de canela, todos de agricultura biológica. Sem açúcar de cana adicionado, a compota preserva a doçura natural dos frutos e oferece uma alternativa mais equilibrada às compotas convencionais, sem abdicar do sabor intenso e da textura espessa que caracterizam o figo Pingo de Mel.
Um Sabor que Nasce no Pomar
Os figos Pingo de Mel são colhidos no ponto certo de maturação, quando a doçura natural está mais concentrada. É essa fruta que dá corpo e sabor a este doce, sem necessidade de açúcares adicionados. Prove e sinta a diferença entre um doce industrial e um doce feito com fruta verdadeira, ao ritmo da terra.
Como Aproveitar Este Doce
Este doce acompanha bem torradas de pão caseiro, queijos curados da região ou um simples iogurte natural ao pequeno almoço. É também um ingrediente versátil na cozinha, para dar profundidade a molhos ou para acompanhar tábuas de charcutaria e queijo. Guarde sempre um frasco à mão para os momentos em que só um sabor genuíno serve.
Características Principais
Feito por quem trocou a cidade pela Beira Baixa para preservar receitas e trabalhar a terra com respeito, este doce de figo é mais um produto que representa a Geocakes: biológico, artesanal e verdadeiro, do pomar directamente para a sua mesa.
Este doce extra de tomate nasce na Beira Baixa, feito artesanalmente pela Geocakes a partir de tomate integral cultivado na própria quintinha. Mantém-se a pele do fruto, o que confere mais intensidade de sabor e uma textura genuína, sem nada a esconder.
Doce Artesanal da Beira Baixa
Produzido em Idanha-a-Nova, este doce combina apenas três ingredientes biológicos: tomate integral, açúcar e canela. É essa simplicidade que dá corpo ao resultado final, uma conserva de textura cremosa, com o equilíbrio certo entre o doce e a acidez natural do tomate.
Sabor concentrado, sem artifícios
Ao manter a pele do tomate no processo, a Geocakes preserva sabor e propriedades que normalmente se perdem quando o fruto é descascado. O resultado é um doce com carácter, mais próximo do sabor real do tomate maduro do que de uma conserva industrial.
Um doce que também é picante da mesa
Apesar do nome, este é um doce que se sente em casa ao lado do salgado. A acidez do tomate e a doçura da canela fazem dele um acompanhante natural de queijos curados e enchidos, muito para além do pequeno-almoço ou do lanche.
Características Principais
Este doce extra de marmelo nasce no pomar da Geocakes, em Idanha-a-Nova, na Beira Baixa. É feito de forma integral, com casca, o que intensifica o sabor e preserva as propriedades naturais do fruto, sem desperdiçar nada do que a terra dá.
Doce Artesanal da Beira Baixa
Produzido de forma tradicional, este doce combina marmelo, açúcar e limão integral, todos de agricultura biológica. A produção integral, sem descascar o fruto, mantém a textura característica e reforça o aroma intenso que torna o marmelo tão reconhecível.
Sabor concentrado, direto do pomar
Ao manter a casca do marmelo, a Geocakes preserva mais sabor e mais daquilo que o fruto tem para dar. O resultado é um doce denso, aromático, com o carácter de quem vem de um pomar próprio e não de uma produção em série.
Um clássico que vai além da sobremesa
O marmelo tem uma longa tradição nas mesas portuguesas, sempre ao lado do queijo. Este doce mantém essa combinação viva, mas também se dá bem com pão tostado, iogurte natural ou uma tábua de enchidos, para quem quer redescobrir sabores de sempre.
Características Principais
Doce de Tomate Artesanal da Beira Baixa
Este doce extra de tomate traduz o saber fazer tradicional da Beira Baixa, preparado pela Chef Raquel e pelo Chef Mário Rui Ramos, com mais de 40 anos de experiência gastronómica dedicados à cozinha regional. Elaborado no território do Geopark Naturtejo, representa a autenticidade e a ligação à terra que caracterizam a Geocakes.
A receita mantém o tomate integral, incluindo a pele, para preservar toda a riqueza natural do fruto. Sem açúcar de cana adicionado, o doce ganha a sua doçura de forma natural, com um toque de canela que completa o sabor. É um produto sem OGM, sem lactose e sem glúten, pensado para quem procura uma alternativa mais equilibrada às compotas convencionais.
Um Sabor que Nasce na Terra
O tomate é colhido no ponto certo de maturação e transformado respeitando o seu sabor original. É essa fruta, integral e biológica, que dá corpo a este doce, sem necessidade de açúcares adicionados. Prove e sinta a diferença entre um doce industrial e um doce feito com fruta verdadeira, ao ritmo da terra.
Como Aproveitar Este Doce
Este doce de tomate acompanha muito bem queijos curados da região, tábuas de charcutaria ou uma simples torrada de pão caseiro. É também um bom aliado na cozinha, para dar profundidade a molhos ou acompanhar carnes grelhadas. Guarde sempre um frasco à mão para os momentos em que só um sabor genuíno serve.
Características Principais
Feito por quem trocou a cidade pela Beira Baixa para preservar receitas e trabalhar a terra com respeito, este doce de tomate é mais um produto que representa a Geocakes: biológico, artesanal e verdadeiro, da terra directamente para a sua mesa.
Doce de Abóbora Artesanal da Beira Baixa
Este doce extra de abóbora representa o melhor da tradição artesanal da região de Idanha-a-Nova. Combina abóboras cultivadas na horta própria com laranja integral e um toque de canela, todos de agricultura biológica, resultando numa textura cremosa e num sabor autêntico que evoca os doces caseiros da Beira Baixa.
Sem açúcar de cana adicionado, este doce ganha a sua doçura de forma natural. É um produto vegano, sem lactose, sem OGM, e uma fonte natural de betacaroteno, pensado para quem procura uma alternativa mais equilibrada aos doces convencionais.
Um Sabor que Nasce na Horta
As abóboras são colhidas na horta própria da Geocakes e transformadas respeitando o seu sabor original. É esse fruto biológico que dá corpo e cor a este doce, sem necessidade de açúcares adicionados. Prove e sinta a diferença entre um doce industrial e um doce feito com fruta verdadeira, ao ritmo da terra.
Como Aproveitar Este Doce
Este doce de abóbora acompanha muito bem torradas de pão caseiro, iogurte natural ou queijos frescos. É também um bom aliado na cozinha, para dar um toque especial a sobremesas ou para acompanhar panquecas ao pequeno almoço. Guarde sempre um frasco à mão para os momentos em que só um sabor genuíno serve.
Características Principais
Feito por quem trocou a cidade pela Beira Baixa para preservar receitas e trabalhar a terra com respeito, este doce de abóbora é mais um produto que representa a Geocakes: biológico, artesanal e verdadeiro, da terra directamente para a sua mesa.
Doce Artesanal de Mirtilo, Feito na Beira Baixa
Este doce extra de mirtilo nasce da tradição artesanal da Beira Baixa, região parceira do Geopark Naturtejo, o primeiro Geoparque Mundial UNESCO em Portugal. A Geocakes usa apenas três ingredientes: mirtilo, açúcar e limão integral, todos provenientes de agricultura biológica certificada, sem adição de água ou espessantes desnecessários.
Com uma elevada concentração de fruto, 75g de mirtilo por 100g de produto, este doce preserva o sabor intenso e a cor profunda dos mirtilos colhidos na região. É um doce pensado para quem procura o sabor genuíno do fruto, sem excesso de açúcar a mascarar o que a terra dá.
Ideal para o Pequeno-Almoço e para a Pastelaria
Prove sobre uma fatia de pão caseiro ou torrada, com queijo fresco ou requeijão da região. É também um bom aliado na cozinha: acompanha iogurte natural, recheia bolos e tartes, ou serve de base para molhos agridoces com carnes brancas. Uma colher deste doce transforma qualquer sobremesa simples numa homenagem ao mirtilo da Beira Baixa.
Produção Certificada e Circuito Curto
O Doce Extra de Mirtilo Biológico integra a linha de doces extra da Geocakes, produzida em Idanha-a-Nova pela Chef Raquel Ramos. Tem certificação biológica dupla, na produção e na transformação, e o Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo aos produtos que representam autenticamente o território. É um doce vegano, natural, sem OGM, sem glúten e sem lactose.
Porquê Escolher Este Doce
Cada lote é feito em pequenas quantidades, respeitando o ritmo da fruta e da estação. Ao levar este doce para a sua mesa, está a apoiar a produção biológica na Beira Baixa e a preservar receitas e métodos que fazem parte da identidade desta região.
O pólen de abelha Geocakes é colhido nas colmeias de Idanha-a-Nova, no coração do Geopark Naturtejo da UNESCO. Recolhido à mão na Beira Baixa, este complemento alimentar natural mantém as suas características originais, resultado de uma flora silvestre diversa e de um saber apícola transmitido há gerações. Chega à mesa com a autenticidade territorial que caracteriza os produtos Geocakes.
Pólen de Abelha Artesanal da Beira Baixa
Este pólen de abelha é colhido cuidadosamente nas colmeias de Idanha-a-Nova, coração do Geopark Naturtejo, o primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO. As abelhas desta região recolhem pólen de uma flora diversificada e silvestre, que muda com as estações, conferindo-lhe um perfil nutricional próprio e um sabor autêntico que reflete a biodiversidade da Beira Baixa.
O processo artesanal de recolha e secagem preserva as características naturais do pólen, incluindo proteínas, vitaminas e minerais presentes na sua composição original. Cada lote reflete a sazonalidade e a diversidade botânica do território ao longo do ano, pelo que a cor e o sabor podem variar ligeiramente consoante a época de colheita e as flores visitadas pelas abelhas.
Do Geopark Naturtejo ao Frasco
Idanha-a-Nova situa-se numa região de solos calcários e vales protegidos, longe da agricultura intensiva e da poluição industrial. É nesta paisagem que as colónias de abelhas encontram uma flora silvestre rica e variada, da qual resulta um pólen com grânulos de cores e texturas diferentes consoante a planta de origem.
Saber Fazer da Beira Baixa
A Geocakes preserva técnicas apícolas tradicionais desta região, valorizando o conhecimento dos apicultores locais. O pólen é recolhido nas entradas das colmeias através de grades especiais, sem interferir no ciclo natural das abelhas nem no seu trabalho de polinização, e seco de forma cuidada para preservar as suas propriedades.
Como Consumir
Uma colher de chá de pólen pode ser adicionada a iogurtes, sumos, smoothies ou cereais, ou consumida diretamente, de preferência fora das refeições principais. Recomenda-se começar com pequenas quantidades para verificar a tolerância individual, uma vez que o pólen pode causar reações alérgicas em pessoas sensíveis a produtos da colmeia.
Características Principais
Doce de Mirtilo Artesanal da Beira Baixa
Este doce extra de mirtilo traduz o saber fazer tradicional da Beira Baixa, preparado pela Chef Raquel e pelo Chef Mário Rui Ramos, com mais de 40 anos de experiência gastronómica dedicados à cozinha regional. Elaborado em Idanha-a-Nova, no coração do Geopark Naturtejo, representa o melhor da gastronomia regional portuguesa.
A receita combina ingredientes de agricultura biológica, preservando as propriedades naturais dos mirtilos. Sem açúcar de cana adicionado, o doce ganha a sua doçura de forma natural, resultando numa textura cremosa e num sabor equilibrado. É um produto vegano, sem lactose, pensado para quem procura uma alternativa mais equilibrada aos doces convencionais.
Um Sabor que Nasce na Terra
Os mirtilos de Idanha-a-Nova são transformados respeitando o seu sabor original, preservando toda a intensidade natural do fruto. É essa fruta biológica que dá corpo a este doce, sem necessidade de açúcares adicionados. Prove e sinta a diferença entre um doce industrial e um doce feito com fruta verdadeira, ao ritmo da terra.
Como Aproveitar Este Doce
Este doce de mirtilo acompanha muito bem iogurte natural, torradas de pão caseiro ou queijos frescos. É também um bom aliado na cozinha, para dar um toque especial a sobremesas ou para acompanhar panquecas ao pequeno almoço. Guarde sempre um frasco à mão para os momentos em que só um sabor genuíno serve.
Características Principais
Feito por quem trocou a cidade pela Beira Baixa para preservar receitas e trabalhar a terra com respeito, este doce de mirtilo é mais um produto que representa a Geocakes: biológico, artesanal e verdadeiro, da terra directamente para a sua mesa.
Compotas artesanais produzidas em modo biológico e produtos da colmeia (mel, pólen e própolis) da Beira Baixa, em Idanha-a-Nova e junto a apicultores parceiros da região. Ideal para quem procura sabores genuínos para o pequeno-almoço, para acompanhar queijos e enchidos, ou para oferecer em cabaz.
Região da Beira Baixa
O Geopark Naturtejo é um território de paisagens únicas, aldeias históricas e património geológico de relevância internacional, integrado na rede mundial de Geoparques da UNESCO. Um destino onde natureza, cultura e tradição se encontram no coração do Centro de Portugal.
A coleção Compotas e Mel reúne os doces extra, a geleia de marmelo, o mel silvestre e os produtos da colmeia produzidos pela Geocakes em Idanha-a-Nova e por apicultores parceiros da região, como Bruno Anselmo. São conservas cozinhadas lentamente, em pequenas quantidades, a partir de fruta do pomar próprio e de colheitas locais no território do Geopark Naturtejo, primeiro Geoparque Mundial UNESCO em Portugal. Muitos destes frascos têm certificação biológica dupla, na produção e na transformação, e o Selo GeoFood, atribuído aos produtos que representam autenticamente a região, sem plástico desnecessário na embalagem.
Esta coleção é para quem gosta de sentir a fruta e não apenas o açúcar, seja ao pequeno-almoço, num lanche com pão caseiro, ou numa tábua de queijos curados da região. É também para quem procura mel, pólen e própolis com origem certa e sem intermediários, e para quem prefere pagar um preço justo por um produto feito por quem conhece o território, em vez de uma conserva industrial anónima. Os doces preparados pelos Chefs Raquel e Mário Rui Ramos seguem receitas de família, transmitidas de geração em geração na Beira Baixa, sem pressas nem atalhos.
Se procura reduzir o açúcar sem abdicar do sabor, as versões sem adição de açúcar, adoçadas apenas com fruta ou sumo de uva biológica, são a escolha mais indicada. Se prefere o sabor tradicional das compotas portuguesas, as versões biológicas standard mantêm a receita clássica com açúcar e limão. As versões convencionais seguem o mesmo método artesanal e a mesma fruta regional, mas sem certificação biológica, e custam habitualmente menos por frasco. Para o mel, opte pelo Rosmaninho em 250g para experimentar, ou 1kg para uso regular em casa. Combine sabores como marmelo, figo, mirtilo ou tomate com queijos e enchidos, ou reúna vários frascos num cabaz biológico para oferecer a quem também valoriza produtos genuínos.
Os Doces Extra biológicos têm certificação biológica dupla, na produção e na transformação, e ingredientes de agricultura biológica certificada. As versões convencionais, como o Doce Extra de Pêssego ou de Pera, seguem a mesma receita artesanal e a mesma fruta da Beira Baixa, mas sem essa certificação, e por isso têm um preço mais acessível.
Os doces extra da Geocakes usam a fruta inteira, muitas vezes com casca, para uma textura mais densa e um sabor mais intenso. A geleia de marmelo é feita a partir do sumo do fruto, resultando numa textura translúcida e mais uniforme. Ambos seguem receitas tradicionais da Beira Baixa, sem conservantes.
Depois de aberto, guarde o frasco no frigorífico, bem fechado, e consuma preferencialmente dentro de algumas semanas para preservar o sabor. O mel não precisa de refrigeração e mantém-se estável à temperatura ambiente, mesmo que cristalize com o tempo.
Sim, um frasco de compota ou de mel é um presente simples e genuíno, e ganha ainda mais sentido dentro de um cabaz com outros sabores da região. Compotas como a de marmelo ou de figo combinam bem com queijo curado de ovelha ou cabra, enquanto o mel de rosmaninho acompanha tábuas de enchidos e queijos frescos.