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Uma bolacha que conta a história da Terra
Há 500 milhões de anos habitaram os mares do Paleozóico. Hoje habitam a Beira Baixa em forma de bolacha. As Trilobites Geocakes são uma homenagem comestível ao passado geológico do Geopark Naturtejo - criadas pela Chef Raquel em Idanha-a-Nova, com canela, chocolate e o saber artesanal de mais de 40 anos.
As Trilobites Geocakes nascem da inspiração geológica do Geopark Naturtejo - o primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO. A sua forma evoca os artrópodes extintos do Paleozóico cujos fósseis pontuam o território de Idanha-a-Nova. Uma ideia que só a Geocakes teve: transformar o património geológico num biscoito artesanal com identidade única e sabor genuíno.
A receita combina farinha de trigo (40%) com margarina, açúcar, ovos (7%), chocolate e canela - ingredientes locais, sem OGM, sem lactose, com validade até 120 dias. Cada Trilobite é moldada à mão pela equipa Geocakes, com o tempo e o cuidado que uma receita com 40 anos de história merece.
Com o Selo GeoFood do Geopark Naturtejo (UNESCO)
As Trilobites são portadoras do Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo - rede UNESCO - a produtos que representam o território de forma autêntica e verificável. Uma bolacha com este nome e esta forma só podia ter nascido aqui - em Idanha-a-Nova, junto ao Chafariz da Senhora da Graça.
Geologia, chocolate e canela - nenhum a menos
Como saborear as Trilobites
Acompanham bem um chá da tarde, um café de manhã ou uma mesa de doces com história. A combinação de chocolate e canela torna-as também uma escolha apelativa para ofertas - especialmente para quem aprecia curiosidades gastronómicas com identidade territorial. Disponíveis a granel, ao quilo, para consumir ao seu ritmo e sem desperdício.
Biscoitos com 500 Milhões de Anos de História
As Trilobites Biológicas da Geocakes são uma homenagem comestível a um dos animais mais fascinantes da história da Terra: artrópodes marinhos que dominaram os oceanos durante mais de 250 milhões de anos e que deixaram os seus rastos fossilizados nas rochas da Beira Baixa. Cada biscoito é moldado artesanalmente para evocar a forma destes seres extintos, tornando cada embalagem uma experiência entre a gastronomia e a paleontologia.
Produzidas em Idanha-a-Nova, no coração do Geopark Naturtejo - primeiro Geoparque Mundial UNESCO em Portugal -, estas bolachinhas nascem de uma receita própria e exclusiva da Geocakes, criada pela Chef Raquel Ramos para ser tão única quanto o território que celebram. Com o Selo GeoFood, as Trilobites Biológicas são embaixadoras autênticas do Geopark para o mundo.
Ingredientes de Agricultura Biológica
A receita combina farinha de trigo biológica (40%) com ovos (7%), chocolate, milho paínço e canela, todos provenientes de agricultura biológica. A escolha de cada ingrediente respeita os valores que guiam a Geocakes desde 2012: naturalidade, origem verificável e respeito pelo território. O resultado é um biscoito crocante, levemente adocicado, com notas de chocolate e canela que se complementam numa textura inconfundível.
Receita Artesanal Sem Lactose
Para quem evita produtos com lactose, as Trilobites Biológicas são uma escolha segura e saborosa. A receita não inclui leite nem derivados, mantendo toda a crocância e o sabor complexo que distinguem a produção artesanal da Geocakes. Cada embalagem de 190g tem validade de 120 dias - tempo mais do que suficiente para partilhar, oferecer ou saborear ao ritmo certo.
Porque Escolher as Trilobites Biológicas
Uma Oferta com Alma Portuguesa
As Trilobites Biológicas são um dos produtos mais identitários da Geocakes - impossíveis de encontrar noutro lugar, porque nasceram de uma parceria exclusiva com o Geopark Naturtejo e de uma receita que só existe aqui. Embaladas sem plástico desnecessário, são um presente perfeito para quem aprecia a autenticidade, a história e os sabores genuínos do interior de Portugal.
Uma bolacha que conta a história da Terra - com ingredientes biológicos
Há 500 milhões de anos habitaram os mares do Paleozóico. Hoje habitam a Beira Baixa em forma de bolacha. As Trilobites Biológicas Geocakes são a mesma homenagem comestível ao Geopark Naturtejo - com canela, chocolate e todos os ingredientes provenientes de agricultura biológica. Feitas à mão em Idanha-a-Nova pela Chef Raquel.
As Trilobites Geocakes nascem da inspiração geológica do Geopark Naturtejo - o primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO. A sua forma evoca os artrópodes extintos do Paleozóico cujos fósseis pontuam o território de Idanha-a-Nova. A versão biológica mantém a mesma receita artesanal da Chef Raquel, com todos os ingredientes provenientes de agricultura biológica e circuitos curtos.
A receita combina farinha de trigo biológica com margarina, açúcar, ovos biológicos (7%), chocolate, painço e canela - sem OGM, sem lactose, com validade até 120 dias. Cada Trilobite é moldada à mão, com o tempo e o cuidado que uma receita com 40 anos de história merece.
Com o Selo GeoFood do Geopark Naturtejo (UNESCO)
As Trilobites Biológicas são portadoras do Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo - rede UNESCO - a produtos que representam o território de forma autêntica e verificável. Produção biológica e identidade geológica em Idanha-a-Nova: aqui andam sempre juntas.
Geologia, chocolate, canela e biológico - nenhum a menos
Como saborear as Trilobites Biológicas
Acompanham bem um chá da tarde, um café de manhã ou uma mesa de doces com história. A combinação de chocolate e canela torna-as também uma escolha apelativa para ofertas - especialmente para quem aprecia curiosidades gastronómicas com identidade territorial e origem biológica verificável. Disponíveis a granel, ao quilo, para consumir ao seu ritmo e sem desperdício.
Uma Bolacha com 500 Milhões de Anos de História
As Trilobites Geocakes nasceram de uma ideia simples e genuína: tornar comestível a história geológica da Beira Baixa. Inspiradas nos artrópodes que dominaram os oceanos do Paleozóico, estas bolachas artesanais foram criadas pela Chef Raquel Ramos em Idanha-a-Nova - no coração do Geopark Naturtejo, o primeiro Geoparque Mundial da UNESCO em Portugal. São uma homenagem ao território feita com as mãos, com ingredientes naturais e com o saber-fazer que só se aprende vivendo numa terra com esta profundidade.
Artesanais de Origem, Únicas de Forma
Cada Trilobite é moldada à mão com atenção ao detalhe que nenhum processo industrial consegue replicar. A forma evoca o exoesqueleto segmentado do animal pré-histórico - reconhecível para quem já viu um fóssil nas rochas de Penha Garcia ou nas exposições do Geopark - e transforma cada bolacha numa peça com identidade própria. Não existem duas exactamente iguais, como não existem dois fósseis iguais.
A receita combina a tradição bolacheira da Beira Baixa - canela, ovos, farinha de trigo - com chocolate, resultando numa bolacha ao mesmo tempo familiar e surpreendente. O aroma à canela que sai da embalagem é o mesmo de sempre; a forma é única no mundo.
Certificação GeoFood e Produção com Propósito
As Trilobites Geocakes são detentoras do Selo GeoFood - distinção atribuída pelo Geopark Naturtejo a produtos que estabelecem uma ligação autêntica e verificável entre a gastronomia e o território geológico. São produzidas em Idanha-a-Nova, sem OGM, sem lactose e adequadas a dieta vegetariana ovolacto. A validade máxima de 120 dias reflecte a ausência de conservantes artificiais e o compromisso com a naturalidade dos ingredientes.
Para Saborear, para Oferecer, para Guardar
Da Beira Baixa para a Sua Mesa
A Geocakes foi fundada em 2012 pela Raquel e o Rui, que trocaram a cidade pelo interior de Portugal para preservar receitas e valorizar o território onde escolheram viver. As Trilobites são, talvez, o produto que melhor resume esse propósito: artesanais sem concessão, locais sem pretexto, únicas sem esforço. São a Beira Baixa que se prova, a geologia que se come, a tradição que fica.
Produzidas junto ao Chafariz da Senhora da Graça, em Idanha-a-Nova, chegam à sua mesa com validade até 120 dias e com toda a alma de quem as faz a sério.
A casta Síria tem um talento particular para guardar o território onde cresce. Nos terrenos arenosos de xisto da Herdade do Escrivão, com boa exposição solar a sul e a altitude da Beira Interior, este branco expressa exatamente isso: aromas muito fortes e delicados ao mesmo tempo, com notas de fruta branca e citrinos que ficam no nariz e prometem o que a boca vai confirmar.
Síria: a Casta Branca da Beira Interior
A Síria é uma das castas brancas mais características do interior de Portugal, especialmente adaptada aos climas continentais e aos solos de xisto da Beira Interior. Na Herdade do Escrivão, onde a produção segue os princípios da agricultura biológica em processo de conversão para a certificação Demeter, a Síria encontra condições ideais para expressar frescura, mineralidade e complexidade aromática. A vinha tem 4,5 hectares, produção certificada PT-BIO-02 e mais de 20 anos de compromisso com a agricultura sem químicos de síntese.
O que Encontra no Copo
Cor citrina com brilho. No nariz, aromas muito fortes e delicados: fruta branca madura, citrinos frescos e uma mineralidade subtil que vem dos solos de xisto. Na boca, é um branco elegante, com acidez natural bem equilibrada, bom volume e um final limpo e persistente. Um vinho que surpreende pela intensidade e conquista pela elegância.
Território e Produção
Produzido e engarrafado na Herdade do Escrivão, em Castelo Branco, Beira Interior, sob a liderança do viticultor Miguel Valente e do enólogo João Salavessa. A herdade, com 80 hectares, integra vinho, biodiversidade, gastronomia e sustentabilidade num projeto coerente e de longo prazo, inserido no território do Geopark Naturtejo.
Porquê Escolher Este Branco
Diretamente de solos graníticos, a uma altitude média de 500 metros, onde os solos de baixa fertilidade obrigam a vinha a trabalhar devagar, nasce este branco DOC da Quinta dos Termos. A maturação lenta do clima continental da Beira Interior faz o resto: um vinho fresco, equilibrado e genuinamente ligado ao território.
Três Castas, um Terroir Único
O lote reúne Síria, Fonte Cal e Arinto, três castas tradicionais da Beira Interior que expressam bem o carácter dos solos graníticos. O estágio integral em cuba de inox preserva os aromas primários e a frescura natural das uvas, sem interferência da madeira. O resultado é um branco limpo, vivo e de expressão territorial clara.
O que Encontra no Copo
Cor citrina com reflexos esverdeados, característica da juventude e da frescura. No nariz, aromas primários de fruta branca e floral, com a mineralidade subtil dos granitos beirões. Na boca, a acidez natural confere vivacidade e comprimento, com um paladar elegante e harmonioso que convida a mais uma prova.
Produção com Responsabilidade
A Quinta dos Termos produz com certificação em Produção Integrada by Sativa, que garante práticas agrícolas sustentáveis e respeito pelo ecossistema local. Uma escolha que valoriza o território e os recursos endógenos da Beira Interior.
Porquê Escolher Este Branco
A Herdade do Escrivão escolheu a Touriga Nacional para o seu rosé, e a escolha diz muito sobre quem são. Uma casta normalmente associada aos grandes tintos portugueses, aqui vinificada em rosé para revelar uma face diferente: aromas muito vivos e intensos, uma frescura natural dos solos de xisto arenoso da Beira Interior e a elegância que só um terroir trabalhado com paciência e convicção consegue dar.
Touriga Nacional em Rosé: uma Escolha com Carácter
A vinha da Herdade do Escrivão tem 4,5 hectares em terrenos arenosos de xisto, com boa exposição solar e sem historial de doenças, na Beira Interior. A produção segue os princípios da agricultura biológica, em processo de conversão para a certificação Demeter, aprofundando o caminho biodinâmico que a herdade iniciou em 2019. A Touriga Nacional, neste contexto, expressa-se com generosidade aromática e uma acidez natural que define o perfil deste rosé.
O que Encontra no Copo
Cor rosé com vivacidade. No nariz, aromas muito vivos e intensos, com fruta vermelha fresca e um perfil floral característico da Touriga Nacional. Na boca, é um vinho elegante, com acidez fresca e bem integrada, leve e fluido, com um final limpo e apetecível. Um rosé para beber com prazer e sem cerimónia.
Território e Produção
Produzido e engarrafado na Herdade do Escrivão, em Castelo Branco, Beira Interior, este rosé DOC 2025 nasce de uma propriedade que integra vinho, biodiversidade, gastronomia e sustentabilidade num projeto único. A herdade, com 80 hectares, é liderada pelo viticultor Miguel Valente e pelo enólogo João Salavessa.
Porquê Escolher Este Rosé
Há rosés que surpreendem. Este da Quinta dos Termos é um deles. A combinação de Syrah e Baga, duas castas de personalidades distintas, resulta num vinho com carácter próprio: aromático, fresco e com uma acidez vibrante que o torna um parceiro de mesa versátil e memorável.
Syrah e Baga: um Encontro Improvável, um Resultado Único
A Syrah entra com estrutura e exotismo aromático, notas que normalmente associamos a tintos de clima quente. A Baga responde com a acidez viva e a frescura que caracterizam esta casta tradicional portuguesa. Juntas, criam um rosé seco com camadas e personalidade, muito além do rosé de ocasião. O estágio integral em cuba de inox preserva a pureza varietal e a expressão territorial sem interferência da madeira.
O que Encontra no Copo
Cor rosé com intensidade, reflexos que antecipam a complexidade do que vem a seguir. No nariz, fruta vermelha fresca com notas florais e um toque exótico da Syrah. Na boca, a acidez da Baga confere vivacidade e comprimento, com um final seco, fresco e apetecível. Um rosé que convida à segunda taça.
Território e Produção
Produzido na Quinta dos Termos, no coração da Beira Baixa, este rosé DOC é certificado em Produção Integrada by Sativa. Um compromisso com a sustentabilidade que respeita o ecossistema local e valoriza os recursos endógenos da Beira Interior.
Porquê Escolher Este Rosé
Há vinhos que guardam a memória de uma paisagem. Este tinto da Herdade do Escrivão é um deles. Produzido na Beira Interior segundo os princípios da agricultura biodinâmica, expressa o carácter da terra beirã em cada golo, com a autenticidade de quem trata a vinha como parte de um ecossistema vivo.
Uma Herdade com Raízes Profundas na Beira Interior
Com 80 hectares junto à fronteira beirã, a Herdade do Escrivão tem mais de 20 anos de prática em agricultura biológica e, desde 2019, certificação biodinâmica pela Demeter. A vinha, com 4,5 hectares plantados em solos de xisto arenoso, beneficia de ótima exposição solar e de um historial de excelente saúde fitossanitária. A propriedade produz ainda hortícolas, cereais e pastagens, e acolhe um núcleo de cabras da raça charnequeira, integrando a vinha num sistema vivo e autossuficiente. A equipa é liderada pelo viticultor Miguel Valente e pelo enólogo João Salavessa.
Castas da Tradição Portuguesa, Expressão Pura do Terroir
O lote é composto por Touriga Nacional, Trincadeira e Tinta Roriz, três castas que caracterizam os vinhos tintos da Beira Interior e que aqui encontram um ambiente de crescimento criteriosamente cuidado. O estágio em cuba de inox preserva a frescura da fruta e a identidade varietal, sem a interferência da madeira.
O que Encontra no Copo
Cor granada com intensidade. No nariz, destaca-se a fruta vermelha madura, com cerejas e ameixas no primeiro plano e notas silvestres de amoras pretas a dar profundidade. Na boca, os taninos aveludados conferem estrutura sem peso, o equilíbrio é notável e o final é longo e agradável. Uma prova que convida a uma segunda taça.
Porquê Escolher Este Vinho
Há colheitas que ficam. A de 2019 na Herdade do Escrivão foi uma delas. Esta Reserva nasce de uma vinha de 4,5 hectares em solos de xisto arenoso na Beira Interior, tratada como ecossistema vivo segundo os princípios da agricultura biodinâmica. O resultado é um vinho de carácter concentrado, com a assinatura inconfundível de quem conhece profundamente o terroir beirão.
Uma Herdade com Raízes Profundas na Beira Interior
A Herdade do Escrivão é uma propriedade de 80 hectares que une vinho, biodiversidade e gastronomia num projeto coerente e de longo prazo. Com mais de 20 anos de prática em agricultura biológica e certificação biodinâmica Demeter desde 2019, a herdade é liderada pelo viticultor Miguel Valente e pelo enólogo João Salavessa. A vinha beneficia de ótima exposição solar, solos de xisto arenoso sem historial de doenças e de um ambiente agrícola integrado: hortícolas, cereais, pastagens e um núcleo de cabras da raça charnequeira convivem na mesma propriedade, gerando sinergias naturais que se sentem no copo.
Castas, Estágio e Identidade
A Reserva é um lote de Touriga Nacional, Trincadeira e Tinta Roriz, estagiado em cuba de inox para preservar a frescura e a expressão varietal. É a mesma filosofia da herdade aplicada ao patamar mais exigente da sua gama: sem concessões, sem artificialismo, com o terroir da Beira Interior no centro de tudo.
O que Encontra no Copo
Cor granada intensa. No nariz, a fruta vermelha concentrada impõe-se desde o início, com cerejas maduras e ameixas no primeiro plano e notas silvestres de amoras pretas a acrescentar complexidade. Na boca, os taninos aveludados revelam uma estrutura mais encorpada do que a colheita corrente, com volume, elegância e um final longo que convida à reflexão. Uma Reserva para guardar ou para partilhar numa ocasião especial.
Porquê Escolher Esta Reserva
A Quinta dos Termos está enraizada na Beira Interior com a convicção de quem respeita o terroir que trabalha. Este tinto DOC de 2021 é o resultado dessa relação de proximidade com a terra: quatro castas tradicionais portuguesas, práticas sustentáveis e o carácter inconfundível de uma região que integra o Geopark Naturtejo.
Quatro Castas, uma Identidade
O lote reúne Jaen, Tinta Roriz, Touriga Nacional e Trincadeira, num conjunto que reflete a riqueza varietal da Beira Interior DOC. O estágio parcial em barricas de carvalho francês acrescenta complexidade sem dominar a fruta, resultando num vinho com camadas que se revelam ao longo da prova.
O que Encontra no Copo
Cor vermelho muito intenso com laivos azulados, sinal de estrutura e potencial de guarda. No nariz, frutos vermelhos frescos com notas subtis de baunilha provenientes do carvalho francês. Na boca, bom volume, compota de ameixa bem integrada e taninos firmes mas polidos, que sustentam um final equilibrado e agradável.
Produção com Responsabilidade
A Quinta dos Termos produz com certificação em Produção Integrada by Sativa, um modelo que respeita o ecossistema local e valoriza os recursos endógenos da região. Uma escolha que é também uma forma de apoiar a vitivinicultura sustentável da Beira Interior.
Porquê Escolher Este Vinho
Região da Beira Baixa
O Geopark Naturtejo é um território de paisagens únicas, aldeias históricas e património geológico de relevância internacional, integrado na rede mundial de Geoparques da UNESCO. Um destino onde natureza, cultura e tradição se encontram no coração do Centro de Portugal.