Confirmação de idade
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Uma Vila Medieval em Miniatura, com Íman
Esta mini casa em pedra representa a histórica vila de Penha Garcia, na Beira Baixa, cuja posição geográfica sobranceira ao Rio Ponsul impressiona há séculos. Feita à mão pela Geocakes, transforma a memória de uma antiga sede de município numa pequena peça funcional que pode acompanhá-la todos os dias, no frigorífico ou num quadro de recados.
Penha Garcia: Templários, Forais e Memória
Penha Garcia foi couto de homiziados por ordem do Infante D. Henrique e recebeu foral de D. Afonso III em 1256, renovado por D. Manuel em 1510. A vila passou pelas mãos dos Cavaleiros Templários e, mais tarde, da Ordem de Cristo, deixando um património histórico que a Geocakes procura honrar em cada peça de artesanato que produz.
Feita à Mão na Beira Baixa
Cada miniatura é trabalhada artesanalmente em pedra natural da região, com detalhes em madeira e um íman aplicado na parte posterior. Por ser uma peça feita à mão, pequenas variações na pedra e no acabamento são naturais e fazem parte do carácter de cada exemplar.
Porque Vale a Pena Ter Esta Miniatura
Dimensões e Material
Dimensões: 3,5 x 4 cm | Material: pedra natural da região, madeira e íman | Peso: 35 g. Produzida artesanalmente, para uso exclusivamente decorativo.
O Topper Personalizado da Geocakes transforma qualquer bolo numa celebração única. Produzido em Idanha-a-Nova e plastificado a quente, este elemento decorativo é criado à medida das suas ideias, bastando enviar a foto pretendida. Excelente para ocasiões especiais, festas de família, aniversários, comemorações empresariais, casamentos, batizados, etc.
Topper Personalizado - Criatividade sem Limites
Cada topper personalizado da Geocakes nasce de uma ideia única. Este produto combina a criatividade com personalização moderna.
O processo de plastificação a quente garante durabilidade e resistência, preservando cores e detalhes da imagem escolhida. Basta enviar uma fotografia com qualidade pronta a imprimir.
Características Principais
Um Cabaz com a Identidade da Beira Baixa
O Cabaz "Murrachinha" BIOlógico nasce da vontade da Geocakes de levar à sua mesa, numa só embalagem, os sabores que definem Idanha-a-Nova. O nome homenageia o geossítio Murrachinha, um conjunto de relevos que se destacam na paisagem do Geopark Naturtejo, o primeiro Geoparque Mundial da UNESCO em Portugal. Cada produto incluído resulta de agricultura biológica e de receitas que a Chef Raquel e o Chef Mário Rui Ramos preservam há mais de 40 anos de trabalho no setor HORECA.
O Que Encontra Dentro do Cabaz
Como Aproveitar Cada Produto
Reserve as broas e o doce de mirtilo para o pequeno almoço ou para um lanche a meio da tarde, acompanhados de pão caseiro ou queijo fresco da região. A infusão de poejo cai bem depois das refeições, pela sua tradição digestiva na Beira Baixa, ou simplesmente num momento de pausa. Terminado o cabaz, o cesto de madeira fica consigo, para arrumar temperos, cartas ou pequenos objetos do dia a dia, sem plástico e sem desperdício.
Produção Biológica com Selo GeoFood
Os produtos deste cabaz seguem o modo de produção biológica, com dupla verificação em produção e em transformação, e integram o Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo aos produtos que representam autenticamente o território. É uma forma de apoiar, com cada compra, os circuitos curtos e os produtores da Beira Baixa.
Porque Escolher o Cabaz "Murrachinha"
A validade de cada produto está indicada no respetivo rótulo. Para questões sobre prazos ou personalização do cabaz, contacte a Geocakes diretamente.
Sabores Autênticos da Beira Baixa
O Cabaz Vale do Erges leva à sua mesa cinco produtos artesanais de produtores da Beira Baixa, numa caixa ecológica em cartão KRAFT. O nome presta homenagem a um geossítio do Geopark Naturtejo: em Salvaterra do Extremo, o rio Erges esculpiu ao longo do tempo um canhão fluvial de paredes abruptas, escavando o seu leito nas zonas mais frágeis da rocha até formar este reduto de natureza que hoje se preserva no coração do território.
O que Encontra no Cabaz
Dentro da caixa, reúne o Queijo Merendeira de Ovelha Curado Biológico dos Sabores da Soalheira, o Azeite Biológico Herdade do Escrivão (500ml, variedade Galega, Demeter), o Picante Biológico com Pipeta em edição limitada, a Chouriça Artesanal Fumada da Beira Baixa e o Chouriço Mouro Artesanal, ambos fumados a lenha de azinho em fumeiro tradicional. Cada produto vem de quem trabalha a terra da Beira Baixa, preservando técnicas que atravessam gerações de produtores e charcuteiros locais.
Um Geossítio que se Prova
A Beira Baixa integra o primeiro Geoparque Mundial UNESCO de Portugal, reconhecido pela diversidade geológica e pela riqueza gastronómica do território. Este cabaz é uma forma de percorrer essa história em cada produto: do rio que esculpiu o vale aos sabores que a terra continua a dar. Um presente com raízes reais, para quem valoriza saber de onde vem o que consome e quem o produziu.
Características Principais
Solução perfeita
Um presente para quem procura algo com história e território: tábuas de charcutaria e queijo, refeições em família ou uma oferta corporativa com identidade portuguesa genuína, num gesto que valoriza também os pequenos produtores da região.
Uma homenagem comestível a Toulões e à Paeonia broteri
A cor vem da beterraba. O aroma vem do alecrim. A história vem de Toulões. As Rosas Albardeiras Biológicas Geocakes são exactamente o mesmo biscoito com território - mas com todos os ingredientes provenientes de agricultura biológica. Feitas à mão em Idanha-a-Nova, no Geopark Naturtejo UNESCO.
As Rosas Albardeiras são um dos biscoitos mais singulares da Geocakes. A sua identidade não é apenas gustativa - é territorial. Cada biscoito evoca a Paeonia broteri, a rosa albardeira que dá nome à aldeia de Toulões e que floresce todos os anos no Geopark Naturtejo, o primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO.
A receita combina farinha de trigo biológica com margarina, açúcar, ovo, alecrim aromático e beterraba em pó - o corante natural que dá a estes biscoitos a sua cor característica. Todos os ingredientes são provenientes de agricultura biológica, seleccionados de produtores com os mesmos princípios de respeito pela terra e pelo território.
Com o Selo GeoFood do Geopark Naturtejo (UNESCO)
As Rosas Albardeiras Biológicas são portadoras do Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo - rede UNESCO - a produtos que representam o território e o seu saber-fazer de forma autêntica e verificável. Produção biológica e identidade territorial em Idanha-a-Nova: aqui andam sempre juntas.
Biológicas, artesanais e com identidade única
Como saborear as Rosas Albardeiras Biológicas
Acompanham bem um chá da tarde, um café de manhã ou uma mesa de doces com história. A cor rosada torna-as também uma escolha visualmente apelativa para ofertas e mesas de doces em eventos. Disponíveis a granel, ao quilo, para consumir ao seu ritmo e sem desperdício.
Uma bolacha que conta a história da Terra - com ingredientes biológicos
Há 500 milhões de anos habitaram os mares do Paleozóico. Hoje habitam a Beira Baixa em forma de bolacha. As Trilobites Biológicas Geocakes são a mesma homenagem comestível ao Geopark Naturtejo - com canela, chocolate e todos os ingredientes provenientes de agricultura biológica. Feitas à mão em Idanha-a-Nova pela Chef Raquel.
As Trilobites Geocakes nascem da inspiração geológica do Geopark Naturtejo - o primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO. A sua forma evoca os artrópodes extintos do Paleozóico cujos fósseis pontuam o território de Idanha-a-Nova. A versão biológica mantém a mesma receita artesanal da Chef Raquel, com todos os ingredientes provenientes de agricultura biológica e circuitos curtos.
A receita combina farinha de trigo biológica com margarina, açúcar, ovos biológicos (7%), chocolate, painço e canela - sem OGM, sem lactose, com validade até 120 dias. Cada Trilobite é moldada à mão, com o tempo e o cuidado que uma receita com 40 anos de história merece.
Com o Selo GeoFood do Geopark Naturtejo (UNESCO)
As Trilobites Biológicas são portadoras do Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo - rede UNESCO - a produtos que representam o território de forma autêntica e verificável. Produção biológica e identidade geológica em Idanha-a-Nova: aqui andam sempre juntas.
Geologia, chocolate, canela e biológico - nenhum a menos
Como saborear as Trilobites Biológicas
Acompanham bem um chá da tarde, um café de manhã ou uma mesa de doces com história. A combinação de chocolate e canela torna-as também uma escolha apelativa para ofertas - especialmente para quem aprecia curiosidades gastronómicas com identidade territorial e origem biológica verificável. Disponíveis a granel, ao quilo, para consumir ao seu ritmo e sem desperdício.
Um Cabaz que Atravessa o Vale do Tejo
O Cabaz Vale do Tejo nasce da vontade da Geocakes de reunir, numa só oferta, os sabores que melhor representam a Beira Baixa: o calor controlado de um picante biológico, a doçura concentrada de um doce de abóbora e a tradição de um biscoito feito à mão. O nome homenageia o geossítio transfronteiriço do rio Tejo, onde as escarpas rochosas guardam parte da história geológica do Geopark Naturtejo, o primeiro Geoparque Mundial da UNESCO em Portugal.
O Que Encontra Dentro do Cabaz
Como Aproveitar Cada Produto
Use o picante gota a gota, com a pipeta em bambu, sobre carnes grelhadas, ovos ou sopas, ajustando a intensidade ao seu gosto. O doce de abóbora acompanha bem uma torrada ao pequeno almoço ou uma tábua de queijos curados da região. Os biscoitos Areias pedem apenas um chá ou um café, e um momento com tempo para os partilhar. Terminado o cabaz, o cesto de madeira fica consigo, pronto para uma segunda vida, sem plástico.
Produção Biológica com Selo GeoFood
O picante e o doce de abóbora seguem o modo de produção biológica, e o doce integra também o Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo aos produtos que representam autenticamente o território. Os biscoitos Areias, inspirados nos sedimentos geológicos da região, carregam o reconhecimento GeoFood e de Produto Artesanal. Cada compra apoia os circuitos curtos e os produtores de Idanha-a-Nova.
Porque Escolher o Cabaz Vale do Tejo
A validade de cada produto está indicada no respetivo rótulo. Para questões sobre prazos ou personalização do cabaz, contacte a Geocakes diretamente.
Sabores Autênticos da Beira Baixa
O Cabaz Pedras Ninhas leva à sua mesa seis produtos artesanais de produtores da Beira Baixa, numa caixa ecológica em cartão KRAFT. O nome presta homenagem a um geossítio do Geopark Naturtejo: Murracha, Murrachinha e Pedras Ninhas, três relevos alinhados que se destacam na paisagem de Idanha-a-Nova, formados por materiais de uma época em que o clima da região era bem diferente do actual.
O que Encontra no Cabaz
Dentro da caixa, reúne os Esses d'Idanha, biscoitos artesanais feitos com azeite virgem e gemas de ovo, a Água das Termas de Monfortinho (500ml), com uma das concentrações de sílica mais elevadas do mundo, a Tisana Segredo da Lua da Ervas da Zoe, uma infusão de agricultura biológica com camomila, erva-cidreira, hortelã-pimenta, lúcia-lima, rosa e tília, o Própolis em Spray de Bruno Anselmo, apicultor de Idanha-a-Nova, o Pólen de Abelha Artesanal colhido nas colmeias da região e o Doce Extra de Mirtilo Biológico, sem açúcar adicionado, feito pela Chef Raquel e pelo Chef Mário Rui Ramos. Cada produto vem de quem trabalha ou colhe na terra da Beira Baixa, com o saber-fazer de produtores e apicultores locais.
Um Geossítio que se Prova
A Beira Baixa integra o primeiro Geoparque Mundial UNESCO de Portugal, reconhecido pela diversidade geológica e pela riqueza gastronómica do território. Este cabaz percorre essa história em cada produto: da rocha que moldou a paisagem aos sabores, méis e ervas que a terra continua a dar. Um presente com raízes reais, para quem valoriza saber de onde vem o que consome.
Características Principais
Ideal Para
Um presente para quem procura algo com história e território: momentos de pausa e bem-estar, celebrações em família ou uma oferta corporativa com identidade portuguesa genuína.
Uma homenagem comestível a Toulões e à Paeonia broteri
Há biscoitos que contam uma aldeia. As Rosas Albardeiras Geocakes prestam homenagem a Toulões - a aldeia da Beira Baixa conhecida pela Paeonia broteri, a peónia selvagem que floresce no Geopark Naturtejo. A cor rosada vem da beterraba em pó. O aroma vem do alecrim. A receita vem de quem conhece e respeita o território.
As Rosas Albardeiras são um dos biscoitos mais singulares da Geocakes. A sua identidade não é apenas gustativa - é territorial. Cada biscoito evoca a Paeonia broteri, a rosa albardeira que dá nome à aldeia de Toulões e que floresce todos os anos no Geopark Naturtejo, o primeiro geoparque português reconhecido pela UNESCO.
A receita combina farinha de trigo com margarina, açúcar, ovo, alecrim aromático e beterraba em pó - o corante natural que dá a estes biscoitos a sua cor característica. Uma composição que não precisa de aromas artificiais nem de corantes sintéticos: a natureza da Beira Baixa fornece tudo o que é necessário.
Com o Selo GeoFood do Geopark Naturtejo (UNESCO)
As Rosas Albardeiras são portadoras do Selo GeoFood, atribuído pelo Geopark Naturtejo - rede UNESCO - a produtos que representam o território e o seu saber-fazer de forma autêntica e verificável. Um biscoito com este nome, esta cor e este aroma só podia ter nascido aqui.
Naturais, artesanais e com identidade única
Como saborear as Rosas Albardeiras
Acompanham bem um chá da tarde, um café de manhã ou uma mesa de doces com história. A cor rosada torna-as também uma escolha visualmente apelativa para ofertas e mesas de doces em eventos. Disponíveis a granel, ao quilo, para consumir ao seu ritmo e sem desperdício.
Licor Artesanal da Beira Baixa com Técnica Sous Vide
PRODUTO EM DESENVOLVIMENTO.
Este licor artesanal resulta de um processo de elaboração único que combina a tradição destiladora da Beira Baixa com a moderna técnica sous vide. Os Chefs Raquel e Mário Rui Ramos, com mais de 40 anos de experiência, criam esta bebida espirituosa usando exclusivamente ingredientes biológicos da região de Idanha-a-Nova.
Elaborado através do processo sous vide, este método permite uma extração controlada dos aromas e sabores, preservando as características organolépticas dos frutos e plantas utilizados. O resultado é um licor de 18% vol. com perfil aromático complexo e equilibrado, pensado para ser apreciado lentamente.
Características Principais
Sobre o Processo e a Origem
A Senhora da Graça, em Idanha-a-Nova, é o local onde nasce este licor, no coração do Geopark Naturtejo, distinguido pela UNESCO. É aí que os Chefs Raquel e Mário Rui Ramos aplicam o saber de décadas de experiência à técnica sous vide, um método pouco comum na destilação artesanal portuguesa.
Este licor revela notas cítricas de limão e laranja, equilibradas por toques suaves de framboesa e mirtilo, resultado da extração cuidadosa proporcionada pelo processo sous vide. Uma combinação pouco comum para um licor tradicional português, que reforça o carácter distintivo desta produção Geocakes.
Como Servir
Aprecie este licor como digestivo, servido puro após as refeições, ou acompanhado de sobremesas tradicionais da Beira Baixa. É também uma excelente adição a cabazes gourmet e momentos de degustação especial.
Pela sua origem artesanal e pelo cuidado colocado em cada etapa da produção, este licor é uma escolha frequente para presentear ou para incluir em cabazes gourmet Geocakes, servindo de convite a descobrir, copo a copo, os sabores genuínos da Beira Baixa e da sua gente.
Beba com moderação. Produto destinado a maiores de 18 anos.
O Guia Pé Fértil 2027, Edição Especial Raízes, é o companheiro de horta da Sementes Vivas, a casa de sementes biológicas de Idanha-a-Nova. Um guia em português, de capa mole, para quem cultiva com os pés na terra e quer planear a horta de raiz.
Um Guia de Horta Biológica e Biodinâmica, Feito na Beira Baixa
O Pé Fértil é o guia anual de boas práticas de agricultura biológica e biodinâmica que a Sementes Vivas publica para quem cultiva. Nasce em Idanha-a-Nova, no território do Geopark Naturtejo, e reúne a informação prática de que precisa para organizar a horta ao longo do ano: calendário lunar de 2027, tabelas de sementeira, plantas companheiras e antagónicas, compostagem e preparados biodinâmicos.
O Que Traz a Edição Especial Raízes
Esta edição junta ao guia de sempre dois conteúdos de destaque: uma entrevista exclusiva com Fernanda Botelho, uma referência da botânica, e uma receita especial assinada por um chef, para levar à mesa o que a horta oferece. Sentirá a diferença de ter à mão um guia pensado para a horta portuguesa, onde cada sugestão parte da prática e não da teoria.
Planear a Horta Com o Calendário Lunar
O calendário lunar e as tabelas de sementeira ajudam a decidir o que semear e quando, ao longo de todo o ano. Junte-lhes as plantas companheiras e antagónicas e fica a saber que vizinhos cada cultura aprecia no canteiro e quais deve manter à distância. A compostagem e os preparados biodinâmicos completam o ciclo, devolvendo à terra o que ela deu.
Para Quem Começa e Para Quem Já Cultiva Há Anos
Não precisa de ter horta grande, nem experiência prévia. Um vaso na varanda, um canteiro pequeno ou um quintal de família chegam para pôr em prática o que o guia propõe. Quem já cultiva encontra novas ideias de consociação e de calendário; quem está a começar encontra uma ordem clara por onde pegar.
Porque Escolher Este Guia
O Guia Pé Fértil 2024, Edição Especial Tomate, é o companheiro de horta da Sementes Vivas, a casa de sementes biológicas de Idanha-a-Nova. Um guia em português, de capa mole, para planear o ano da horta e dar ao tomate o lugar de destaque que ele merece.
Um Guia de Horta Biológica e Biodinâmica, Feito na Beira Baixa
O Pé Fértil é o guia anual de boas práticas de agricultura biológica e biodinâmica que a Sementes Vivas publica para quem cultiva. Nasce em Idanha-a-Nova, no território do Geopark Naturtejo, e reúne a informação prática de que precisa para organizar a horta ao longo do ano: calendário lunar de 2024, tabelas de sementeira, plantas companheiras e antagónicas, compostagem e preparados biodinâmicos.
O Tomate em Destaque Nesta Edição Especial
Poucas culturas despertam tanta paixão numa horta como o tomate. Por isso, esta edição inclui uma secção especial dedicada a ele, pensada para quem quer colher tomates com sabor a tomate, sem pressas e com o ritmo da terra. Sentirá a diferença de ter à mão um guia feito para a horta portuguesa, onde cada sugestão parte da prática e não da teoria. São 59 páginas de informação prática, em formato de capa mole.
Planear a Horta Com o Calendário Lunar
O calendário lunar e as tabelas de sementeira ajudam a decidir o que semear e quando, ao longo de todo o ano. Junte-lhes as plantas companheiras e antagónicas e fica a saber que vizinhos o tomate aprecia no canteiro e quais deve manter à distância. A compostagem e os preparados biodinâmicos completam o ciclo, devolvendo à terra o que ela deu.
Para Quem Começa e Para Quem Já Cultiva Há Anos
Não precisa de ter horta grande, nem experiência prévia. Um vaso na varanda, um canteiro pequeno ou um quintal de família chegam para pôr em prática o que o guia propõe. Quem já cultiva encontra novas ideias de consociação e de calendário; quem está a começar encontra uma ordem clara por onde pegar.
Porque Escolher Este Guia
O Guia Pé Fértil 2025, Edição Especial Flores Comestíveis, é o companheiro de horta da Sementes Vivas, a casa de sementes biológicas de Idanha-a-Nova. Um guia em português, de capa mole, para quem quer levar as flores da horta também para a mesa. Na página 55, o Chef Mário Rui Ramos, da Geocakes, assina uma receita deliciosa: Jardim de Flores Comestíveis, Crudité de Vegetais e Húmus.
Um Guia de Horta Biológica e Biodinâmica, Feito na Beira Baixa
O Pé Fértil é o guia anual de boas práticas de agricultura biológica e biodinâmica que a Sementes Vivas publica para quem cultiva. Nasce em Idanha-a-Nova, no território do Geopark Naturtejo, e reúne a informação prática de que precisa para planear a horta ao longo do ano: calendário lunar, tabelas de sementeira, plantas companheiras e antagónicas, compostagem e preparados biodinâmicos. Esta edição especial dá o palco às flores comestíveis, aquelas que enfeitam o canteiro, atraem polinizadores e acabam, com conhecimento, no prato.
A Receita do Chef Mário Rui Ramos, na Página 55
Na secção Cozinhar com Sementes Vivas, o Chef Mário Rui Ramos, fundador da Geocakes, propõe um jardim no prato: uma entrada para 4 pessoas que junta húmus de grão-de-bico, tahine e limão a uma crudité de espargos brancos e verdes, cenoura, funcho, cebola roxa, pepino e curgete. Por cima, as flores comestíveis da horta: tagetes, borragem, girassol e cravos-túnicos. Termina com flor de sal, azeite virgem extra, pimenta e pimentão de La Vera. O guia descreve-a como um jardim elegante e delicioso, com baixas calorias. É a ponte entre o canteiro e a mesa, escrita por quem cozinha com produtos da Beira Baixa todos os dias.
O Que Vai Encontrar Nesta Edição Especial
A edição de 2025 dedica-se às flores comestíveis: como as semear, quando as colher e de que forma as integrar na cozinha de todos os dias. Sentirá a diferença de ter à mão um guia pensado para a horta portuguesa, onde cada sugestão parte da prática e não da teoria. São 59 páginas de informação prática, em formato de capa mole.
Da Horta Para o Prato, Sem Pressas
Uma flor comestível pede atenção a três momentos: a sementeira certa, a colheita no ponto e o uso na cozinha. O guia acompanha-o nesses passos, com a lógica do calendário lunar e da horta biológica, onde as flores convivem com os legumes e ajudam a equilibrar o canteiro. É uma forma simples de trazer cor, aroma e memória às saladas, entradas e pratos de festa.
Para Quem Começa e Para Quem Já Cultiva Há Anos
Não precisa de ter horta grande, nem experiência prévia. Um vaso na varanda, um canteiro pequeno ou um quintal de família chegam para pôr em prática o que o guia propõe. Quem já cultiva encontra novas ideias de consociação e de calendário; quem está a começar encontra uma ordem clara por onde pegar.
Porque Escolher Este Guia
Região da Beira Baixa
O Geopark Naturtejo é um território de paisagens únicas, aldeias históricas e património geológico de relevância internacional, integrado na rede mundial de Geoparques da UNESCO. Um destino onde natureza, cultura e tradição se encontram no coração do Centro de Portugal.