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A Quinta dos Termos está enraizada na Beira Interior com a convicção de quem respeita o terroir que trabalha. Este tinto DOC de 2021 é o resultado dessa relação de proximidade com a terra: quatro castas tradicionais portuguesas, práticas sustentáveis e o carácter inconfundível de uma região que integra o Geopark Naturtejo.
Quatro Castas, uma Identidade
O lote reúne Jaen, Tinta Roriz, Touriga Nacional e Trincadeira, num conjunto que reflete a riqueza varietal da Beira Interior DOC. O estágio parcial em barricas de carvalho francês acrescenta complexidade sem dominar a fruta, resultando num vinho com camadas que se revelam ao longo da prova.
O que Encontra no Copo
Cor vermelho muito intenso com laivos azulados, sinal de estrutura e potencial de guarda. No nariz, frutos vermelhos frescos com notas subtis de baunilha provenientes do carvalho francês. Na boca, bom volume, compota de ameixa bem integrada e taninos firmes mas polidos, que sustentam um final equilibrado e agradável.
Produção com Responsabilidade
A Quinta dos Termos produz com certificação em Produção Integrada by Sativa, um modelo que respeita o ecossistema local e valoriza os recursos endógenos da região. Uma escolha que é também uma forma de apoiar a vitivinicultura sustentável da Beira Interior.
Porquê Escolher Este Vinho
Diretamente de solos graníticos, a uma altitude média de 500 metros, onde os solos de baixa fertilidade obrigam a vinha a trabalhar devagar, nasce este branco DOC da Quinta dos Termos. A maturação lenta do clima continental da Beira Interior faz o resto: um vinho fresco, equilibrado e genuinamente ligado ao território.
Três Castas, um Terroir Único
O lote reúne Síria, Fonte Cal e Arinto, três castas tradicionais da Beira Interior que expressam bem o carácter dos solos graníticos. O estágio integral em cuba de inox preserva os aromas primários e a frescura natural das uvas, sem interferência da madeira. O resultado é um branco limpo, vivo e de expressão territorial clara.
O que Encontra no Copo
Cor citrina com reflexos esverdeados, característica da juventude e da frescura. No nariz, aromas primários de fruta branca e floral, com a mineralidade subtil dos granitos beirões. Na boca, a acidez natural confere vivacidade e comprimento, com um paladar elegante e harmonioso que convida a mais uma prova.
Produção com Responsabilidade
A Quinta dos Termos produz com certificação em Produção Integrada by Sativa, que garante práticas agrícolas sustentáveis e respeito pelo ecossistema local. Uma escolha que valoriza o território e os recursos endógenos da Beira Interior.
Porquê Escolher Este Branco
Há vinhos que guardam a memória de uma paisagem. Este tinto da Herdade do Escrivão é um deles. Produzido na Beira Interior segundo os princípios da agricultura biodinâmica, expressa o carácter da terra beirã em cada golo, com a autenticidade de quem trata a vinha como parte de um ecossistema vivo.
Uma Herdade com Raízes Profundas na Beira Interior
Com 80 hectares junto à fronteira beirã, a Herdade do Escrivão tem mais de 20 anos de prática em agricultura biológica e, desde 2019, certificação biodinâmica pela Demeter. A vinha, com 4,5 hectares plantados em solos de xisto arenoso, beneficia de ótima exposição solar e de um historial de excelente saúde fitossanitária. A propriedade produz ainda hortícolas, cereais e pastagens, e acolhe um núcleo de cabras da raça charnequeira, integrando a vinha num sistema vivo e autossuficiente. A equipa é liderada pelo viticultor Miguel Valente e pelo enólogo João Salavessa.
Castas da Tradição Portuguesa, Expressão Pura do Terroir
O lote é composto por Touriga Nacional, Trincadeira e Tinta Roriz, três castas que caracterizam os vinhos tintos da Beira Interior e que aqui encontram um ambiente de crescimento criteriosamente cuidado. O estágio em cuba de inox preserva a frescura da fruta e a identidade varietal, sem a interferência da madeira.
O que Encontra no Copo
Cor granada com intensidade. No nariz, destaca-se a fruta vermelha madura, com cerejas e ameixas no primeiro plano e notas silvestres de amoras pretas a dar profundidade. Na boca, os taninos aveludados conferem estrutura sem peso, o equilíbrio é notável e o final é longo e agradável. Uma prova que convida a uma segunda taça.
Porquê Escolher Este Vinho
Há colheitas que ficam. A de 2019 na Herdade do Escrivão foi uma delas. Esta Reserva nasce de uma vinha de 4,5 hectares em solos de xisto arenoso na Beira Interior, tratada como ecossistema vivo segundo os princípios da agricultura biodinâmica. O resultado é um vinho de carácter concentrado, com a assinatura inconfundível de quem conhece profundamente o terroir beirão.
Uma Herdade com Raízes Profundas na Beira Interior
A Herdade do Escrivão é uma propriedade de 80 hectares que une vinho, biodiversidade e gastronomia num projeto coerente e de longo prazo. Com mais de 20 anos de prática em agricultura biológica e certificação biodinâmica Demeter desde 2019, a herdade é liderada pelo viticultor Miguel Valente e pelo enólogo João Salavessa. A vinha beneficia de ótima exposição solar, solos de xisto arenoso sem historial de doenças e de um ambiente agrícola integrado: hortícolas, cereais, pastagens e um núcleo de cabras da raça charnequeira convivem na mesma propriedade, gerando sinergias naturais que se sentem no copo.
Castas, Estágio e Identidade
A Reserva é um lote de Touriga Nacional, Trincadeira e Tinta Roriz, estagiado em cuba de inox para preservar a frescura e a expressão varietal. É a mesma filosofia da herdade aplicada ao patamar mais exigente da sua gama: sem concessões, sem artificialismo, com o terroir da Beira Interior no centro de tudo.
O que Encontra no Copo
Cor granada intensa. No nariz, a fruta vermelha concentrada impõe-se desde o início, com cerejas maduras e ameixas no primeiro plano e notas silvestres de amoras pretas a acrescentar complexidade. Na boca, os taninos aveludados revelam uma estrutura mais encorpada do que a colheita corrente, com volume, elegância e um final longo que convida à reflexão. Uma Reserva para guardar ou para partilhar numa ocasião especial.
Porquê Escolher Esta Reserva
Há rosés que surpreendem. Este da Quinta dos Termos é um deles. A combinação de Syrah e Baga, duas castas de personalidades distintas, resulta num vinho com carácter próprio: aromático, fresco e com uma acidez vibrante que o torna um parceiro de mesa versátil e memorável.
Syrah e Baga: um Encontro Improvável, um Resultado Único
A Syrah entra com estrutura e exotismo aromático, notas que normalmente associamos a tintos de clima quente. A Baga responde com a acidez viva e a frescura que caracterizam esta casta tradicional portuguesa. Juntas, criam um rosé seco com camadas e personalidade, muito além do rosé de ocasião. O estágio integral em cuba de inox preserva a pureza varietal e a expressão territorial sem interferência da madeira.
O que Encontra no Copo
Cor rosé com intensidade, reflexos que antecipam a complexidade do que vem a seguir. No nariz, fruta vermelha fresca com notas florais e um toque exótico da Syrah. Na boca, a acidez da Baga confere vivacidade e comprimento, com um final seco, fresco e apetecível. Um rosé que convida à segunda taça.
Território e Produção
Produzido na Quinta dos Termos, no coração da Beira Baixa, este rosé DOC é certificado em Produção Integrada by Sativa. Um compromisso com a sustentabilidade que respeita o ecossistema local e valoriza os recursos endógenos da Beira Interior.
Porquê Escolher Este Rosé
A casta Síria tem um talento particular para guardar o território onde cresce. Nos terrenos arenosos de xisto da Herdade do Escrivão, com boa exposição solar a sul e a altitude da Beira Interior, este branco expressa exatamente isso: aromas muito fortes e delicados ao mesmo tempo, com notas de fruta branca e citrinos que ficam no nariz e prometem o que a boca vai confirmar.
Síria: a Casta Branca da Beira Interior
A Síria é uma das castas brancas mais características do interior de Portugal, especialmente adaptada aos climas continentais e aos solos de xisto da Beira Interior. Na Herdade do Escrivão, onde a produção segue os princípios da agricultura biológica em processo de conversão para a certificação Demeter, a Síria encontra condições ideais para expressar frescura, mineralidade e complexidade aromática. A vinha tem 4,5 hectares, produção certificada PT-BIO-02 e mais de 20 anos de compromisso com a agricultura sem químicos de síntese.
O que Encontra no Copo
Cor citrina com brilho. No nariz, aromas muito fortes e delicados: fruta branca madura, citrinos frescos e uma mineralidade subtil que vem dos solos de xisto. Na boca, é um branco elegante, com acidez natural bem equilibrada, bom volume e um final limpo e persistente. Um vinho que surpreende pela intensidade e conquista pela elegância.
Território e Produção
Produzido e engarrafado na Herdade do Escrivão, em Castelo Branco, Beira Interior, sob a liderança do viticultor Miguel Valente e do enólogo João Salavessa. A herdade, com 80 hectares, integra vinho, biodiversidade, gastronomia e sustentabilidade num projeto coerente e de longo prazo, inserido no território do Geopark Naturtejo.
Porquê Escolher Este Branco
A Herdade do Escrivão escolheu a Touriga Nacional para o seu rosé, e a escolha diz muito sobre quem são. Uma casta normalmente associada aos grandes tintos portugueses, aqui vinificada em rosé para revelar uma face diferente: aromas muito vivos e intensos, uma frescura natural dos solos de xisto arenoso da Beira Interior e a elegância que só um terroir trabalhado com paciência e convicção consegue dar.
Touriga Nacional em Rosé: uma Escolha com Carácter
A vinha da Herdade do Escrivão tem 4,5 hectares em terrenos arenosos de xisto, com boa exposição solar e sem historial de doenças, na Beira Interior. A produção segue os princípios da agricultura biológica, em processo de conversão para a certificação Demeter, aprofundando o caminho biodinâmico que a herdade iniciou em 2019. A Touriga Nacional, neste contexto, expressa-se com generosidade aromática e uma acidez natural que define o perfil deste rosé.
O que Encontra no Copo
Cor rosé com vivacidade. No nariz, aromas muito vivos e intensos, com fruta vermelha fresca e um perfil floral característico da Touriga Nacional. Na boca, é um vinho elegante, com acidez fresca e bem integrada, leve e fluido, com um final limpo e apetecível. Um rosé para beber com prazer e sem cerimónia.
Território e Produção
Produzido e engarrafado na Herdade do Escrivão, em Castelo Branco, Beira Interior, este rosé DOC 2025 nasce de uma propriedade que integra vinho, biodiversidade, gastronomia e sustentabilidade num projeto único. A herdade, com 80 hectares, é liderada pelo viticultor Miguel Valente e pelo enólogo João Salavessa.
Porquê Escolher Este Rosé
Um espumante que não devia existir, e é precisamente por isso que surpreende. Feito com castas tintas e brancas vinificadas em branco, seguindo o método clássico com segunda fermentação em garrafa e remoagem manual, este Bruto da Quinta dos Termos é uma originalidade genuína da Beira Interior. Cor citrina, bolha muito fina e uma acidez elegante que o torna tão bom a abrir uma refeição como a acompanhá-la do princípio ao fim.
Um Espumante Feito à Mão, pelo Método Clássico
A Quinta dos Termos partiu de Baga, Rufete, Fonte Cal e Síria, castas de acidez natural elevada, e vinificou-as em branco. Após lotação, o vinho de base fermentou com leveduras livres diretamente na garrafa, seguindo-se a remoagem manual. No dégorgement, o atesto com licor de expedição foi feito com o próprio vinho, sem adição de açúcar residual. O resultado é um Bruto genuíno, seco, fresco e de boa estrutura.
O que Encontra no Copo
Cor citrina com aspeto brilhante e bolha muito fina, sinal de método e paciência. No nariz, aromas frutados com um ligeiro floral que lembra o Cardo Serrano e notas de brioche típicas da segunda fermentação em garrafa. Na boca, é muito saboroso, com uma acidez fresca e elegante que sustenta o final e convida à próxima garfada.
Território e Produtor
A Quinta dos Termos é a sede da J. Carvalho Family Estates, produtor histórico da Beira Interior desde 1945. Com cerca de 60 hectares de vinhas plantadas em solos graníticos a uma altitude média de 500 metros, cultiva 18 castas tintas e 6 brancas com foco nas variedades tradicionais e produção sustentável. Este espumante foi distinguido com 16 pontos pela revista Vinho Grandes Escolhas.
Porquê Escolher Este Espumante
Região da Beira Baixa
O Geopark Naturtejo é um território de paisagens únicas, aldeias históricas e património geológico de relevância internacional, integrado na rede mundial de Geoparques da UNESCO. Um destino onde natureza, cultura e tradição se encontram no coração do Centro de Portugal.
A Beira Interior é uma região vitivinícola que muitos conhecem pelo nome mas poucos conhecem pelo copo. Vinhas plantadas entre os 400 e os 600 metros de altitude, solos graníticos e de xisto arenoso, clima continental com amplitude térmica marcada: são estas condições que moldam o carácter dos vinhos beirões, com uma frescura e uma mineralidade que raramente se encontra noutras regiões portuguesas. A Geocakes selecionou vinhos de dois produtores enraizados neste território, ambos com compromissos verificáveis com a viticultura sustentável e com a expressão genuína do terroir do Geopark Naturtejo.
A Quinta dos Termos pertence à J. Carvalho Family Estates, produtora histórica da Beira Interior desde 1945. Com cerca de 60 hectares de vinhas em solos graníticos a altitude média de 500 metros, cultiva 18 castas tintas e 6 brancas com foco nas variedades tradicionais da região. Todos os seus vinhos nesta coleção têm certificação em Produção Integrada by Sativa, um modelo que respeita o ecossistema local, evita químicos de síntese e valoriza os recursos endógenos da Beira Interior. Aqui encontra um tinto DOC 2021 com Jaen, Tinta Roriz, Touriga Nacional e Trincadeira, um branco DOC 2024 com Síria, Fonte Cal e Arinto de solos graníticos, um rosé DOC 2023 com a combinação invulgar de Syrah e Baga, e um espumante bruto 2021 pelo método clássico com segunda fermentação em garrafa e remoagem manual, distinguido com 16 pontos pela revista Vinho Grandes Escolhas.
A Herdade do Escrivão é uma propriedade de 80 hectares em Castelo Branco, com 4,5 hectares de vinha em terrenos arenosos de xisto, liderada pelo viticultor Miguel Valente e pelo enólogo João Salavessa. Com mais de 20 anos de prática em agricultura biológica e certificação biodinâmica Demeter desde 2019, a herdade integra vinha, hortícolas, cereais, pastagens e um núcleo de cabras da raça charnequeira num ecossistema agrícola coerente. Os vinhos da Herdade do Escrivão disponíveis nesta coleção incluem um tinto biodinâmico 2020, uma reserva 2019 de maior concentração e complexidade, um branco biológico 2025 com casta Síria de solos de xisto, e um rosé biodinâmico 2025 de Touriga Nacional em conversão para Demeter. Todos nascem de vinhas inseridas no território do Geopark Naturtejo UNESCO.
Esta seleção é para quem quer ir além do rótulo. Para quem pergunta de onde vêm as uvas, como se trata a vinha e o que significa cada certificação antes de abrir a garrafa. A Quinta dos Termos é uma boa entrada para quem procura vinhos de produção sustentável a preços acessíveis (5,25€), com perfis aromáticos limpos e castas tradicionais da Beira Interior bem expressas. A Herdade do Escrivão serve melhor quem já conhece o universo do vinho biológico e quer explorar o que a biodinâmica Demeter acrescenta: vinhos com maior concentração aromática, terroir mais pronunciado e um historial de mais de duas décadas de compromisso com a terra beirã.
São também vinhos para a mesa. Os tintos beirões, com taninos polidos e notas de fruta vermelha madura, acompanham bem os queijos curados da Beira Baixa, os enchidos artesanais e os pratos de carne de forno. Os brancos e rosés, com acidez natural e frescura mineral, são parceiros naturais de refeições mais leves ou de momentos de partilha. O espumante bruto da Quinta dos Termos, seco e de bolha muito fina, funciona do aperitivo à sobremesa.
Por perfil de vinho: se procura um tinto com mais corpo e potencial de guarda, a Reserva Herdade do Escrivão 2019 (10,50€) é a escolha mais evidente. Para um tinto de entrada equilibrado, o Quinta dos Termos DOC 2021 (5,25€) tem quatro castas tradicionais com estágio parcial em barricas de carvalho francês. Nos brancos, o Branco Herdade do Escrivão 2025 (8,50€) surpreende pela intensidade aromática da casta Síria em solos de xisto; o Branco Quinta dos Termos 2024 (5,25€) é mais imediato, fresco e mineral. Nos rosés, a Touriga Nacional da Herdade do Escrivão (8,50€) tem maior intensidade aromática; o Syrah e Baga da Quinta dos Termos (5,25€) é mais versátil à mesa.
Por tipo de certificação: a Produção Integrada by Sativa (Quinta dos Termos) garante viticultura sustentável sem químicos de síntese. A certificação Demeter (Herdade do Escrivão) vai mais longe: implica tratar o solo como organismo vivo, com práticas biodinâmicas que incluem compostos naturais e calendário lunar, num compromisso que a herdade mantém desde 2019. Ambas são verificáveis e transparentes, sem marketing vazio.
Por ocasião: o espumante bruto 2021 da Quinta dos Termos (12,95€) é a escolha certa para uma ocasião especial. Para uma refeição regular com produtos da Beira Baixa, qualquer um dos tintos ou brancos a 5,25€ cumpre com honestidade. Para oferecer num cabaz com biscoitos artesanais da Geocakes, o Reserva ou o espumante têm o peso simbólico certo.
A Quinta dos Termos trabalha em Produção Integrada by Sativa, um modelo sustentável sem químicos de síntese que respeita o ecossistema local. A Herdade do Escrivão vai mais longe com a certificação biodinâmica Demeter desde 2019, tratando o solo como organismo vivo com práticas que incluem compostos naturais e ciclos lunares. Se quer um vinho de produção responsável a preço acessível, a Quinta dos Termos é a entrada natural. Se quer explorar o que a biodinâmica acrescenta ao terroir beirão, com mais de 20 anos de compromisso verificável, a Herdade do Escrivão é a escolha.
A certificação Demeter exige que a propriedade seja gerida como um ecossistema autossuficiente: sem fertilizantes químicos, sem pesticidas de síntese, com preparados naturais aplicados segundo o calendário biodinâmico. Na Herdade do Escrivão, isso significa que a vinha de xisto arenoso coexiste com hortícolas, cereais, pastagens e cabras da raça charnequeira, criando sinergias naturais que se traduzem em vinhos com maior expressão aromática, textura mais viva e uma ligação mais pronunciada ao terroir do Geopark Naturtejo.
Sim, e é precisamente essa combinação que a Geocakes propõe. Os tintos da Beira Interior, com taninos polidos e notas de fruta madura, acompanham bem os queijos curados de ovino e caprino da Beira Baixa. Os brancos e rosés, com acidez natural e mineralidade de solos graníticos e de xisto, funcionam com biscoitos, alheira e pratos mais leves. O espumante bruto da Quinta dos Termos é o parceiro ideal para um cabaz de oferta com os biscoitos artesanais da Geocakes.
A denominação DOC Beira Interior é definida por um conjunto de castas autóctones (Rufete, Fonte Cal, Síria, Jaen, Touriga Nacional, Tinta Roriz, entre outras), por vinhas cultivadas entre serras a altitudes que rondam os 400 a 600 metros, e por solos graníticos e de xisto que conferem frescura, mineralidade e estrutura raramente presentes nos vinhos de regiões mais quentes. O resultado são vinhos com acidez natural mais elevada, perfis aromáticos mais delicados e um carácter de terroir muito específico, que os distingue dos Alentejo, Douro ou Lisboa.